quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Young

Chega-se a um ponto na vida em que se é oficialmente adulto, e de repente tem-se idade suficiente para votar, beber e se aventurar em outras atividades adultas. De repente as pessoas esperam que você seja extremamente responsável, sério, adulto.
Ficamos mais altos. Ficamos mais velhos. Mas será que algum dia cresceremos?
De alguma forma crescemos, constituimos família, casamos e nos divorciamos.
Não importa o quanto crescemos, envelhecemos.
Continuamos tropeçando.
Sempre nos questionando.
Sempre... jovens.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Hope.

Ninguém acredita que sua vida vai apenas ser boa.
Todos nós achamos que seremos ótimos. E a partir do dia em que decidimos ser algo, nos enchemos de expectativas. Expectativa dos caminhos que iremos traçar, das pessoas que iremos ajudar, da diferença que faremos. Grandes expectativas sobre quem seremos, onde iremos. Daí então... nós chegamos lá.
Sempre achamos que seremos grandes e sentimos traídos quando nossas expectativas não se cumprem. Mas de vez em quando as nossas expectativas são menores.
De vez em quando, o esperado simplesmente acaba em comparação com o não esperado. Você tem que imaginar porque temos essas expectativas, porque o esperado é o que nos mantêm firmes. Imóveis.
O esperado é apenas o começo, o não esperado é o que muda nossas vidas.
Nos isolamos esperando pelo melhor, por que algumas poucas vezes o melhor não acontece. Mas volta e meia algo extraordinário acontece.E de repente os melhores cenários parecem possivéis.
E volta e meia algo surpreendente acontece. Ao contrário dos nossos piores julgamentos, nós começamos a ter esperança. Mas o que as pessoas querem realmente saber é se a dor vai desaparecer? Se elas se sentirão melhor? Se estão curadas? O que querem realmente saber é, há alguma esperança?
Mas, inevitavelmente, tem momentos em que você se encontra nos piores cenários possíveis.Quando somos traídos pelo próprio corpo, pela própria mente, e toda paciência que tentamos oferecer falhou, quando o pior lugar possivel se torna verdade, ter esperança é tudo que nos resta.

domingo, 2 de agosto de 2009

Time

Todo mundo precisa de tempo. Algumas pessoa tentam apressá-lo, ultrapassá-lo, enganá-lo. Mas na maioria das vezes não conseguem driblá-lo. Conviver com o tempo é uma das façanhas mais complicadas da vida humana. O tempo nos trás muitas surpresas, muitas vezes desagradáveis, outras extremamente surpreendentes. Lidar com o Tempo é uma tarefa árdua, que nós seres humanos temos grande dificuldade, por sermos curiosos e ansiosos a maior parte dele.
O tempo nos define, nos ajuda a superar a dor, nos ensina como lidar com a vida, a rotina. Ele ensina a amar os amigos, a família e a encontrar o verdadeiro e saudável amor. O Tempo pode ser destrutivo e construtivo, parcial ou imparcial, estável ou instável, ou as duas coisas dependendo da situação.
Mas o fato é que o Tempo, pra quem tenta entendê-lo é o melhor professor da vida. Ter paciência é o mínimo do respeito que precisamos ter com ele. O mínimo para termos com nós mesmos, pra que tudo vá se encaixando a cada segundo que passa. Com essas lições que o Tempo trás nos torna capazes de conviver com o sentido doloroso que a maioria enxergam a vida.
Tenho deixado o tempo me ensinar, me dar tapas, me confortar, me acalmar e principalmente a ser paciente com meus anseios mais profundos (aqueles que guardamos aqui dentro do peito e nos acompanha em todos os momentos, é intimo e seu) que muitas vezes vem aquela vontade louca de sair adiantando tudo e atropelando pra acontecer mais rápido.
Hoje concluo que todas as pessoas possuem esse tipo de sentimento quanto ao tempo, mas concluo também finalizando meu texto que ele me ensina a cada segundo que ele atravessa minha vida consideravelmente feliz. Isso me excita a viver através do Tempo
This is great.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Notáveis mudanças.

Venho aprendendo a estruturar meus sentidos aflorados. Como todo mundo tenho caracteristicas que ressaltam mais, e às vezes por não me controlar da forma devida extrapola. Estava andando muito estressada, cansada, exausta. A carga de trabalho das ultimas semanas aumentaram após o acidente do Elcio, e tive que assumir mais responsabilidades.
O fim de semana foi maravilhoso, para um pássaro não há nada melhor que voar, sair do seu ninho e conquistar os ares. Sou uma pessoa que não consigo permanecer por muito tempo em um mesmo ambiente, tenho que voar para respirar, relaxar.
Sou tensa por natureza, é chato admitir isso, mas é a crua e nua. Sempre me indaguei o porque do tempo ensinar lentamente, neste momento posso responder à minha própria pergunta, sentindo o tempo passar e eu mesma reconhecendo claramente minhas mudanças e as mudanças ao meu redor, não sou tão egoísta ao ponto de não percebe-las. Tem me acrescentado muito viver "sozinha", ter minhas responsabilidades, comprar minha comida, pagar minhas contas, administrar meu dinheiro. Estou aprendendo a amar fazer pequenas coisas que ninguém poderia ter me ensinado ou me ensina. Já por outro lado, o lado sentimental, posso dizer claramente que tenho aprendido a amar, a cuidar e principalmente a abrir espaço para construir uma vida ao lado de alguém. Acordo todos os dias sabendo pra onde ir, trabalho com a consciência tranquila, à espera de tudo e nada, afinal tenho responsabilidades (Fui oficialmente promovida como vendedora chefe da loja), espero o final do dia chegar para saborear aquele rosto lindo que me espera anciosa pela chegada.
A cada dia provo a doçura do amor, sem exigir muito de mim e dele.
Estou muito feliz, e após tantas tentativas de viver um amor que me realizasse em todos os aspectos da minha vida, tenho a impressão de que está acontecendo.
Penso em fazer faculdade de comunicação definitivamente, fazer meu pé de meia e comprar meu carro com o suor do meu trabalho, me "casar" e ter um casal de filhos, morar no campo, viajar e desfrutar as belezas do mais simples ao mais aclamado lugar. Esses sonhos são projetos reais, que a cada dia me motivão mais.
E com a bela companheira que me encontro tudo se torna mais palpável pois sonhamos juntas.
Tenho passado meu tempo fazendo com motivação dos meus sonhos, posso ver e sentir tudo se transformando, meu coração, minha mente, meu corpo, apesar de toda exaustão que às vezes me pega no final da tarde. E por falar em tarde já está na hora de fechar a tela, o dia foi cheio de surpresas e amanhã só cabe à Deus saber o que poderá vir.
Boa noite.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

O que se tornava estável a cada dia, começou a se desmoronar de repente. Sei que toda mudança tem uma conscequência, mas o que não entendo é como tudo isso começou.
Tenho vivido para o trabalho, e isso não é um lamento, apesar do cançaso, esse trabalho àrduo tem um propósito. O fato é que até eu vir pra cá, tudo parecia calmo aqui dentro, estava inspirada e acreditando mais uma vez que seria diferente.
Tenho desconhecido essa pessoa, as mudanças vem naturalmente e mesmo que as conscequências venham não perco a esperança de que sempre melhorará.
Talvez eu não tenha que crescer sozinha, sem ter que conviver e dividir algo com alguém intimamente. Ou talvez não, é apenas o efeito da decepção.
Sinto falta da minha adolecência, quando tudo era tão mais intenso, mais vivo, eu era intensa. Ontem não caiu nenhuma lágrima, tinha me preparado psicológicamente. Mas preferiria ter chorado rios naquele momento. Me doeu, me calou, me secou.
Hoje sou mais fria, a intensidade a cada dia se vai um pouquinho com um adeus nítido, a pureza e a emoção fugiram sem dizer pra onde iam.
Dentre os sorrisos, dentre as juras, um fantasma de dor e angustia tem me assom brado. Estou almejando respirar, me livrar desse ar pesado que tenho respirado.
Quero escrever coisas bonitas, acordar e fazer um café, ler os livros que estão encostados empoeirando, passear mesmo que perto, rir de coisas bobas, fazer amor sem querer intenrromper. Quero relaxar, cuidar de mim, dormir e acordar bem, tomar meu cappucino. Tenho sentido saudade dessas coisas, não necessariamente sozinha, mas uma compania que se habilite a relaxar comigo, que converse, me conte casos da infância e bobisse da vida em si. Quero sorrir, brincar mesmo de ser feliz.
Estou voltando a ficar amarga, como se o doce tivesse azedado... e eu sou tão doce, na minha verdadeira essência, a doçura existe em mim, quando sou conquistada, a intensidade retorna.
Quero fazer diferente, fazer para refazer, pois o amor ainda habita meu peito, só a forma de utiliza-lo que precisa ser mudado.
Eu tento até meu coraçao dizer sim, ou não.
Tempo ligado pra ir ou parar.